quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
RECEITA DE ANO NOVO
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre. Carlos Drummond de Andrade
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre. Carlos Drummond de Andrade
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Ê 2013,
que ano intenso!
Aqueles
que me conhecem sabem que sou otimista ao extremo e de tudo podemos tirar
lições positivas...
Pois o
que ficou de aprendizado em 2013:
Aprendi
que estado civil não é sinônimo de felicidade e realização!
E que
estar só não significa estar sem ninguém...
Aprendi
que a minha felicidade só depende de mim!
E meus
sonhos, objetivos e metas também!
Aprendi
que amizades verdadeiras nem o tempo e a distância apagam!
Aprendi que, às
vezes, a vida te bate, dá porrada!
E que dessas
porradas, as lágrimas que rolam não podem ser em vão!
Assim, aprendi
que guerreiro também chora!
Aprendi
que dificuldade pode virar incentivo!
Sofrimento
pode virar crescimento!
Aprendi
que expectativa depositada, indevidamente, em quem não deve, gera frustração!
Aprendi que o
maior alicerce que o homem pode ter é a sua família!
Aprendi
que o valor do dinheiro não é o principal valor!
Aprendi
que para avançar às vezes é necessário mudar, até mesmo arriscar... Ousar!
Aprendi
que sempre pode melhorar!
E que por
mais que faça, sempre terá algo a fazer!
Aprendi
que tenho muito a aprender!
Sempre
neste período faço uma espécie de retrospectiva do ano que está por acabar,
analisar tudo o que aconteceu, e sobretudo, agradecer!
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